Globo aborda vida espiritual de personagem em Velho Chico

08:08 Meu Livro Espírita 0 Comments


Quem assiste a novela “Velho Chico” deparou-se mais uma vez com a abordagem espiritualista por parte da Rede Globo.  O personagem Martim apareceu em uma cena pós-morte, "Eu morri!?! Eu não... não posso ter morrido... eu estou vivo Eugênio... o senhor também está!", diz ele para o barqueiro, interpretado por Severino Dacelino.

O barqueiro pergunta se ele não lembra quando entrou no Gaiola. Martim mira as águas do rio, viajando por sua memória até ser tomado pela lembrança da perseguição com Carlos Eduardo (Marcelo Serrado). Martim lembra-se de ver o cunhado subir a mira para ele depois do acidente na ribanceira. E só então, pela primeira vez, ouve o som dos disparos contra ele. Parece sentir o corpo arder com os tiros e cair nas águas do rio, o sangue manchando as águas.

Confira a cena abaixo:

Martim descobre que está morto from Emanuel on Vimeo.

O sexo na visão espírita

07:15 Meu Livro Espírita 0 Comments


Por que a busca do prazer sexual é condenada por muitas religiões? Se buscarmos o prazer sexual, estaremos procedendo de maneira pecaminosa? A prática sexual deve objetivar apenas a reprodução? Será que a atual liberdade sexual tem proporcionado a satisfação que o ser humano tanto deseja? Como os postulados espíritas entendem tão controversa questão?

Falar sobre sexo ainda é se aventurar tanto para o moralismo repressor como para a liberalidade irresponsável.
A mais antiga função da sexualidade humana é a reprodução e, a mais moderna, o prazer. Entretanto, relacionado a esse assunto, ainda existe um sistema de preconceitos, tabus, mitos e culpabilidade, decorrente de ideologias religiosas e culturais, segundo o qual somente no casamento o sexo é parcialmente liberado.

As religiões, que no passado se faziam responsáveis pela orientação filosófica e comportamental dos indivíduos, em razão da austeridade de seus conceitos e crenças, controlaram a expressão sexual através de proibições e punições, e, ao condenarem a busca de satisfação física e emocional, permitiram apenas que ela fosse considerada em seu aspecto reprodutivo. Apesar de muitas dessas normas estarem bastante modificadas, ainda existem religiões que, ao encararem com excessivas restrições o prazer, impedem, por exemplo, o uso de anticoncepcional ou de preservativos, mesmo nas relações conjugais.
No entanto, na prática, a atividade sexual tem dois aspectos distintos: o reprodutivo e a busca de satisfação física. Segundo pesquisas, atualmente, 99% das relações que um casal tem durante sua vida em comum visam ao prazer.

Allan Kardec, em O LIVRO DOS ESPÍRITOS, na questão 719, pergunta à Espiritualidade Maior: “É repreensível ao homem procurar o bem-estar?” [1]

Resposta:

O bem-estar é um desejo natural. Deus não proíbe senão o abuso. Ele não incrimina a procura do bem-estar, se esse bem-estar não é adquirido às custas de ninguém, e se não deve enfraquecer, nem vossas forças morais, nem vossas forças físicas.

O prazer, em si mesmo, não é condenável, visto que o ser humano sempre se encontra empenhado na obtenção de alguma forma de bem-estar, seja na realização de uma atividade, na aquisição de novos conhecimentos, ao sentir-se com boa saúde, durante a alimentação, em seu repouso. Com isso, podemos deduzir que a inconveniência na busca do prazer sexual não diz respeito a algo inerente ao sexo propriamente dito, mas a quem o pratica, quando essa criatura é movida por vulgares sentimentos e desequilibradas motivações.

Complementando as considerações acima, apresentamos o parecer de três entidades espirituais sobre tão “desconcertante” assunto. Para muitas pessoas ele ainda o é.

1 – Joanna de Ângelis:

Freud, com muito acerto, descobriu na libido (desejo sexual) a resposta de inúmeros transtornos psicológicos e físicos, psiquiátricos e comportamentais que afligem o ser humano.
(…) Examinando a sociedade como vítima da castração religiosa ancestral, decorrente das inibições, frustrações e perturbações de seus líderes, que através de mecanismos proibitivos para o intercâmbio sexual, condenavam-no como instrumento de sordidez, abominação e pecado, teve a coragem intelectual e científica de levantar a bandeira da libertação, demonstrando que o gravame se encontra mais na mente do indivíduo do que no ato propriamente dito.

(…) A contribuição de Freud para a libertação da criatura humana, arrancando-a da hipocrisia vitoriana e clerical anteriores, dando-lhe dignidade, é de valor inestimável.
(…) O que tem faltado é conveniente orientação educacional para a vida sexual, assim como equilíbrio por parte de religiosos e educadores, líderes de massas e agentes multiplicadores sociais, que sempre refletem as próprias dificuldades de relacionamento e vivência sexual. [2]

2 – Cairbar Schutel:

Sexo tem um sentido de troca positiva de sensações e vibrações carnais e fluídicas.
(…) Não se retira do ato sexual, com isso, o seu característico de prazer.É prazer e continuará sendo no mundo material. Deve ser, inclusive, para justificar e incentivar a sua prática. Não é fonte exclusiva para a procriação, mas, sobretudo, para troca de energias e sentimentos entre os seres que se unem para um consórcio de vida, permutando experiências e desenvolvendo projetos. [3]

Silvia Helena Visnadi Pessenda

REFERÊNCIAS:'

[1] KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Tradução de Salvador Gentile, revisão de Elias Barbosa. 100. ed. Araras, SP: IDE, 1996.
[2] ÂNGELIS, Joanna de (espírito); FRANCO, Divaldo Pereira (psicografado por). O despertar do espírito. 4. ed. Salvador, BA: Livr. Espírita Alvorada, 2000. Cap. “Problemas psicológicos contemporâneos”.
[3] SCHUTEL, Cairbar (espírito); GLASER, Abel (psicografado por). Fundamentos da reforma íntima. 3. ed. Matão: Casa Editora O Clarim, 2000. Cap. “Sexualidade”.

Mortes trágicas na visão espírita

07:04 Meu Livro Espírita 0 Comments


Inegavelmente, vivemos um período em que a violência se acentua, tomando conta, quase que integralmente, da mídia televisiva e escrita. São notícias diárias de sequestros, roubos, estupros, homicídios e mortes causadas por acidente de carro.

A violência é fruto da nossa imperfeição moral, da predominância dos instintos agressivos (adquiridos pelos Espíritos nas vivências evolutivas no reino animal), que a razão ainda não converteu em expressões de amor.

Neste período de transição planetária, vivenciamos o ápice das provas e expiações, de forma que a violência atinge índices alarmantes, praticada por Espíritos ainda primários, que não desenvolveram os sentimentos nobres, os quais, nesse processo de expurgo evolutivo (separar o joio do trigo, como ensinava Jesus), após a desencarnação, já não terão mais condições vibratórias de reencarnar no planeta Terra. Lembremos, ainda, a assertiva de Jesus: Os mansos herdarão a Terra.

Anote-se que a tônica deste artigo é abordar a incidência do planejamento reencarnatório nos casos de mortes violentas, isto é, a vítima teria que desencarnar dessa maneira? E o agressor, também teria assumido esse papel de algoz antes de reencarnar?

Alguns autores espíritas defendem a ideia de que a morte causada pela violência alheia não fazia parte do contexto reencarnatório, em virtude de que ninguém reencarna para o mal, portanto o agressor não havia planejado matar alguém, de tal sorte que a vítima desencarnaria em função do mau uso do livre arbítrio daquele (agressor).

Em que pese o nosso respeito por aqueles que nutrem esse tipo de ponto de vista, sabemos que as vítimas que desencarnam em razão da violência alheia estão inseridas, basicamente, em três tipos de situações:

1) Prova – a vítima vivencia uma situação de violência que gera a sua desencarnação, o que lhe trará um teste, um desafio para que ela exercite as virtudes no sentido de perdoar sinceramente o agressor (gera aprendizado, evolução – esse tipo de morte foi solicitado pela vítima antes de sua reencarnação). Lembremos que prova pressupõe avaliação, ou seja, colocar em teste as virtudes aprendidas. Caso vença moralmente a situação, podemos dizer que o Espírito alcançou determinada virtude.

2) Expiação – são as situações mais frequentes. A vítima foi a autora de violência em vidas anteriores que lesou alguém e, como não se liberou desse compromisso através do amor, sofre as consequências na atual existência. Expiar é reparar, quitar, harmonizar-se com as leis divinas.

3) Missão – algumas almas nobres morrem de forma violenta, uma vez que seus exemplos de amor e tolerância geram antipatias nas pessoas mais embrutecidas. Menciono como exemplos os casos de Jesus e Gandhi.

Notem que estamos abordando a questão das violências mais graves, que acabam gerando a nossa desencarnação, pois as violências menores que vivenciamos em nosso cotidiano, tais como calúnias, traições, indiferença e outras, normalmente são circunstâncias naturais da vida num mundo atrasado moralmente como o nosso, a estimular nosso aprendizado espiritual (veja questão nº 859 do Livro dos Espíritos). Jesus já nos orientava: “No mundo só tereis aflições”.

Dessa forma, à luz do Espiritismo e da justiça divina (a cada um segundo suas obras), temos a certeza de que a desencarnação violenta fazia parte de seu cronograma reencarnatório.
Aliás, O Livro dos Espíritos, na questão nº 853-a, nos ensina que nós somente morreremos quando chegar a nossa hora, com exceção do suicídio, conforme acima exposto.

Não há acaso, mesmo nas hipóteses de “bala perdida” e erro médico. Não há desencarnação casual, produzida por falha de terceiros ou mau uso do livre arbítrio alheio.

Caso não tenha chegado a hora de morrer, os benfeitores espirituais interferirão para evitar essa afronta às leis divinas, como inúmeros casos que conhecemos (veja o capítulo X – lei de liberdade – da 3º parte d´O Livro dos Espírito, no subcapítulo “fatalidade”).

A questão crucial diz respeito aos autores dessas violências graves. Concordo que ninguém reencarna com o compromisso de matar outra pessoa (veja questão nº 861 do Livro dos Espíritos). Quando, por exemplo, o agressor opta por assassinar alguém, ele o faz em virtude de sua inferioridade espiritual, ou quando atropela alguém por estar alcoolizado e/ou em excesso de velocidade, o faz em razão de sua imprudência, de forma que, em ambas as hipóteses, está usando indevidamente sua liberdade de escolha e ação, o que gerará compromissos expiatórios.

Consigne-se, ainda, que num mundo de provas e expiações, como a Terra, há muitos Espíritos na faixa evolutiva do primarismo, que se comprazem na violência e na imprudência, de forma que não faltará matéria-prima ou instrumentos para que se cumpram as leis divinas quando algum Espírito necessite desencarnar de forma violenta.

Assim sendo, quando a vítima reencarna com o compromisso de morrer violentamente, não haverá nesse momento algum Espírito predeterminado a matá-la, que assuma esse compromisso reencarnatório antes de nascer, mas haverá na Terra inúmeros Espíritos atrasados que, ao dar vazão à sua inferioridade (violência e/ou imprudência), ceifarão a vida daquela (vítima). Esses autores da violência funcionarão como instrumentos das leis divinas. Todavia, tal situação não os isentará das consequências morais e espirituais de suas ações, pois, repita-se, os agressores não estavam predeterminados a agirem dessa forma, poderiam ter elegido outro tipo de conduta, e foi Jesus quem nos ensinou que os escândalos eram necessários, mas ai de quem os causar.

Para fixar o ensino, recordemos do recente e trágico caso da escola de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro. O assassino poderia ter deixado de agir daquela forma, pois ele não havia planejado aquilo na espiritualidade (antes de nascer), e se não tivesse adentrado na escola e efetuado os disparos com a arma de fogo, os menores que morreram naquela circunstância sobreviveriam, mas, mais adiante (dias, semanas ou meses – não há dia e hora certa para a desencarnação, mas um período provável), desencarnariam em outra situação violenta.


Poder-se-ia perguntar: Mas como o agressor identifica a pessoa que deve desencarnar? Aprendemos com o Espiritismo que o indivíduo que deve desencarnar de forma violenta, notadamente nos casos de expiação, tem uma vibração espiritual específica, que denuncia e reflete esse débito, de forma que o agressor, inconscientemente, identifica-se com aquele e promove-lhe a desencarnação. É essa particularidade vibracional que, da mesma forma, explica outros tipos de violência (estupro, roubos, sequestros,…), fazendo com que o autor do delito aja em desfavor daquele que deve vivenciar a situação traumática.

É dessa maneira que compreendemos a justiça divina, mas convém enfatizar que a lei divina maior é a lei de amor, portanto, conforme assevera o apóstolo Simão Pedro, o amor cobre uma multidão de erros, de tal sorte que aquele que venha com o compromisso expiatório de desencarnar de forma violenta, poderá amenizar ou diluir integralmente esse débito com as leis divinas através do bem que realize em sua vida, que poderá libertá-lo de uma possível desencarnação violenta. Não nos esqueçamos de que Deus é amor.

Alessandro Viana - O Consolador

Um espírita no umbral

06:59 Meu Livro Espírita 0 Comments


Um homem de 55 anos, espírita, sofreu um acidente e morreu de repente. Ele se viu saindo do corpo e chegando a um lugar escuro, feio, tétrico, com energias muito negativas.
Assim que começou a caminhar por aquele vale sombrio, viu três espíritos vestidos com capa preta caminhando em sua direção. Assim que chegaram, o homem perguntou:

– Que lugar é esse?

– Aqui é o que vocês espíritas chamam de umbral – disse um dos espíritos. O homem ficou chocado com aquela informação. Mal podia acreditar que estava no umbral. Considerou que talvez estivesse ali para participar de alguma atividade socorrista aos espíritos sofredores. O espírito negativo, que lia seus pensamentos, respondeu que não. Ele estava ali porque o umbral era a zona cósmica que mais guardava sintonia com suas energias.

– Mas isso é impossível!!! – disse o espírita em desespero. – Não posso estar no Umbral. Deve haver algum erro… Em primeiro lugar eu sou espírita, faço parte dessa religião maravilhosa que é considerada o consolador prometido por Jesus. Realizo também projetos sociais de doação de sopa aos pobres. Ministro o passo magnético duas vezes por semana a uma multidão de pessoas lá no centro. Também ajudo financeiramente instituições de caridade muito necessitadas, além de dar palestras no centro para os iniciantes no Espiritismo. Definitivamente há algo errado…



Não há nenhum erro – disse o espírito das sombras – Em seu atual estágio de evolução, você tem que ficar aqui mesmo. É verdade que você é espírita e faz parte desta doutrina consoladora, mas intimamente você julgava pessoas de outras religiões inferiores por não serem espíritas. Sim, você realizava projetos sociais dando sopa aos pobres, mas em seus pensamentos sentia-se o máximo praticando a caridade e julgava que os pobres não eram tão evoluídos por estarem amargando a pobreza, quando na verdade muitos deles eram mais puros que você. Sim, você ministrava o passe, mas considerava que seu passe era mais “poderoso” e mais curador do que o passe de outros passistas. Sim, você ajudava financeiramente instituições de caridade, mas dentro de ti sempre dava o dinheiro esperando receber algo em troca e sentindo-se alguém muito “caridoso”. E finalmente… Sim, você dava palestras aos iniciantes na doutrina, mas acreditava ter mais conhecimento que eles e se colocava numa posição de destaque e vaidade intelectual. Tudo isso suscitando uma das maiores chagas da humanidade, o “orgulho” e a “vaidade”.

O homem ficou impressionado com as revelações daquele espírito. De fato, revendo suas atitudes e sua perspectiva, intimamente havia quase sempre um sentimento de superioridade, de orgulho em relação aos outros, diante de tudo o que foi feito.

O espírita então olhou para dentro de si e começou a se arrepender de tudo aquilo, reconhecendo seu erro e sentindo-se mais humilde. Nesse momento, ele sentiu uma luz brilhando dentro dele e começou a se elevar. Ao perceber que estava se elevando e deixando o umbral, avistou outros espíritos ainda presos à condição umbralina e novamente lhe veio um orgulho e uma sensação de superioridade em relação aos mesmos. Após sentir isso, caiu novamente no umbral, e a queda dessa vez foi ainda mais dolorosa. Um dos espíritos trevosos disse:

– Você caiu novamente porque, no momento em que se elevava, começou a sentir uma certa superioridade em relação aos espíritos que aqui estavam, suscitando mais uma vez uma condição de orgulho. Além disso, “A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido.” (Lucas 12:48).

O homem ficou muito triste com tudo aquilo. Entrou dentro de si mesmo e com toda a sinceridade pensou: Sim, é isso mesmo. Eu fui uma pessoa arrogante por ser espírita e por tudo o que eu fazia. Esse orgulho neutralizou todo o mérito de minhas ações. Mas tudo bem, eu mereço estar aqui no umbral. Vou ficar por aqui mesmo, quem sabe eu aprendo alguma coisa. Não me importo mais comigo e entrego minha vida a Deus… Como disse Jesus, “Que seja feita a vontade de Deus e não a minha”.
O homem caiu no chão e apenas se entregou a Deus com fé. Nesse momento, não tinha mais nenhum sentimento de auto-importância. Fechou os olhos e deixou tudo fluir…

Nesse momento, seu corpo começou a se tornar um corpo de luz e, sem nem perceber, começou a se elevar novamente. Assim que chegou a uma zona mais elevada, abriu os olhos e, para sua surpresa, havia se libertado do umbral. Dessa vez, nem percebeu que estava se elevando e se libertando.
Um dos espíritos trevosos estava esperando por ele nesse plano mais elevado. Tirou a capa preta e uma luz maravilhosa começou a brilhar. O espírita percebeu que esse espírito não era negativo, mas um espírito de luz que o estava ajudando desde o início. O espírito disse:

– Tua renúncia de ti mesmo no último momento te salvou do umbral. Que tudo isso sirva de lição para você, meu filho. Toda essa experiência que você passou serve para os membros de qualquer religião. E não se esqueça jamais do que disse Jesus:

“Não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita.” (Mateus 6:3)

Créditos/autor: Blog do Hugo Lapa

O Cândido Chico Xavier estreia nos teatros do Brasil

07:14 Redação 0 Comments


Espetáculo emocionante sobre a vida do médium Chico Xavier começa turnê pelo país. No dia 05 de outubro em Uberaba e dia 06 de outubro em Araxá A direção é da talentosa e consagrada atriz de Tv Ana Rosa. A montagem é da mesma produtora da peça ‘Allan Kardec’, há cinco anos em cartaz, e que já foi vista por mais de 200 mil espectadores.

A agência produtora Uirapurus Arte e Cultura será responsável por mais uma estreia nacional dentro da "Campanha Vá ao Teatro" que ultrapassou as fronteiras do município de Araxá e já chega em várias cidades do país.

“O Cândido Chico Xavier” narra a vida do médium, filantropo e um dos mais importantes expoentes do espiritismo, o Francisco Cândido Xavier. De sua infância à morte, com o passo a passo de sua fé e da dedicação à Doutrina Espírita, dos seus estudos e do seu desenvolvimento da psicografia. Para Ana Rosa, dirigir a peça é muita responsabilidade, mas, também, uma felicidade, já que conheceu Chico Xavier.

"Mais que uma missão de amor, o ator e produtor Rogério Fabiano considera o novo projeto uma mensagem de esperança. Depois de cinco anos de ‘Kardec’, levar a vida de Chico para os teatros continua sendo uma mensagem de paz, de um mundo melhor, de fé, de bondade das pessoas com o mundo e de ajuda ao próximo. O Chico, um grande homem, representa muito a esperança, e é uma missão muito especial, porque a peça tem compromisso com a verdade”, frisa ele.

Uma peça que promete ser inesquecível! Para o produtor Joãozinho Uirapuru. \"Para ser coerente com a história do homenageado, escolhemos a cidade de Uberaba para a estreia nacional junto com Araxá, e estaremos promovendo descontos promocionais na compra dos ingressos mediante a doação de um litro de óleo para as entidades destas cidades como Sanatório Espírita em Uberaba e Casa do Caminho em Araxá”, destacou.

A estreia nacional conta com o apoio da TV Integração e outros colaboradores

Em Araxá, a apresentação está marcada para o dia 06 de outubro, no Teatro Sesi, nos horários de 19h e 30min e 21h. Os ingressos poderão ser adquiridos a partir do dia 26 de outubro na Livraria Nobel, e outros pontos da cidade, além de poder adquirir no sistema online pela MEGABILHETERIA.COM.

Em Uberaba a apresentação será no Teatro Municipal Vera Cruz.

Maiores informações:
34 9 9108 3978/ 34 9 8809 3058/ 34 9 8839 3978

Fonte: Jornal Araxá


Imagem holográfica de Chico Xavier é inaugurada em Uberaba

11:53 Meu Livro Espírita 0 Comments

Foi inaugurada nesta sexta- feira (23) no Memorial Chico Xavier, em Uberaba, a Holografia (imagem óptica tridimensional) de Chico Xavier.  Na imagem são reproduzidos momentos de psicografia juntamente com áudios da voz do médium. Confira fotos abaixo:



Imagens: Site do Instituto Chico Xavier

Por que não lembramos de vidas passadas?

15:51 Redação 0 Comments


Se formos mesmo todos reencarnados, por que não nos lembramos das existências passadas? É uma questão intrigante, causa mesmo de dúvidas em muita gente. O esquecimento do passado (existências anteriores) indica a sabedoria de Deus.



A lembrança viva de episódios vividos anteriormente traria vários inconvenientes, entre os quais relacionamos: 

a) poderia humilhar-nos intensamente, pela lembrança desagradável de muitos deslizes morais, especialmente quando envolvendo terceiros; 
b) exaltação do orgulho e da prepotência, em virtude de posições de destaque no passado; 
c) danosos efeitos nas relações sociais, pois se tivéssemos as nossas lembranças, teríamos a dos outros também; 
d) traumas continuariam impedindo condições de felicidade e progresso; 
e) ódios e vinganças estariam minando os relacionamentos e provocando novos agravamentos.


Entre as inumeráveis vantagens, fruto da Sabedoria Divina – repetimos –, encontramos: 

a) oportunidade de recomeço, sem lembranças perturbadoras; 
b) o progresso efetuado permite-lhe, agora com mais lucidez, optar por novos aprendizados; 
c) reconciliação com antigos adversários sem que necessariamente haja o constrangimento das recordações que a poderiam impedir; 
d) superação de traumas passados em circunstâncias ora renovadas; 
e) novas vivências e aprendizados sem que o passado venha a importunar; 
f) aquisição de novas experiências sem qualquer ligação com o passado.

Os que desconhecem o processo alegam que o esquecimento seria impeditivo para a reconstrução do próprio caminho, quando na verdade este apagar das lembranças significa verdadeira benção. Deus nos beneficia com o esquecimento, colocando como que um véu em nossa memória para que os erros e equívocos do passado não sejam amarras ou pesos que nos impeçam de construir ou reconstruir a própria felicidade.

Por outro lado, se quisermos saber o que fomos ou fizemos antes desta existência, basta observar com atenção nossas tendências, habilidades, quedas morais, laços que nos ligam a certas pessoas e poderemos avaliar que tipo de procedimento ou vivência adotamos nas existências anteriores.

Esta análise íntima permite corrigir os caminhos atuais. Para conhecer mais, leitor, procure ler e estudar as questões 392 a 399 de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.


O assunto é empolgante, mas a Doutrina Espírita recomenda muito discernimento, evitando curiosidades desnecessárias. Essencial mesmo é o bom comportamento agora para construir um futuro melhor.

A depressão na abordagem espírita

08:28 Redação 0 Comments


O espírito Joanna de Ângelis, na psicografia de Divaldo Franco, nos conta que a depressão tem a sua gênese no espírito, que reencarna com alta dose de culpa. Com a consciência culpada, sofrendo os gravames que lhe dilaceram a alegria íntima, imprime nas células os elementos que as desconectam, propiciando, em largo prazo, o desencadeamento dessa psicose que domina uma centena de milhões de criaturas na atualidade. Se desejarmos examinar as causas psicológicas, genéticas e orgânicas, bem estudadas pelas ciências que se encarregam de penetrar o problema, temos que levar em conta o espírito imortal, gerador dos quadros emocionais e físicos de que necessita, para crescer na direção de Deus.

A depressão instala-se, a pouco e pouco, porque as correntes psíquicas desconexas que a desencadeiam, desarticulam, vagarosamente, o equilíbrio mental.

Quando irrompe, exteriorizando-se, dominadora, suas raízes estão fixadas nos painéis da alma rebelde ou receosa de prosseguir nos compromissos redentores abraçados. Face as suas cáusticas manifestações, a terapia de emergência faz-se comprescindível, embora, os métodos acadêmicos vigente, pura e simplesmente, não sejam suficientes para erradicá-la. Permanecendo as ocorrências psicossociais, sócio-econômicas, psico-afetivas, que produzem a ansiedade, certamente se repetirão os distúrbios no comportamento do indivíduo conduzindo a novos estados depressivos.


A visão espírita da cremação

08:10 Redação 0 Comments

Imagem: Google
Os laços que unem o espírito ao corpo se desfazem lentamente. De uma forma geral todos sentem essa transição que se converte num período de perturbações variando de acordo com o estágio evolutivo de cada um. Para alguns se apresenta como um bálsamo de libertação, enquanto que para outros são momentos de terríveis convulsões. O desligamento só ocorre quando o laço fluídico se rompe definitivamente.


Diante da Nova Revelação apresentada pela doutrina dos espíritos e levando-se em consideração a perturbação que envolve o período de transição, questionou-se: cremando o corpo como fica a situação do espírito? Consultado, o mundo espiritual assim se expressou: “É um processo legítimo. Como espírito e corpo físico estiveram ligados muito tempo, permanecem elos de sensibilidade que precisam ser respeitados”. Essas palavras revelam que embora o corpo morto não transmita nenhuma sensação física ao espírito, porém, a impressão do acontecido é percebida por este, havendo possibilidades de surgir traumas psíquicos. 

Embora a Inumação continue sendo o processo mais utilizado, a milenar cremação, por muito tempo esquecida, voltou a ser praticada nos tempos modernos. Este procedimento vem se difundindo amplamente até em função da falta de espaço nas grandes cidades. Com o crescimento da população as áreas que outrora seriam destinadas a cemitérios tornaram escassas.

Segundo a ótica espirita, o tempo de desencarnação (separação entre perispírito e o corpo físico) varia a cada caso e depende de muitos fatores, assim não se pode tomar esse valor de 3 dias como exato, e sim como sugestão de tempo médio. Possivelmente, originou-se em 1971, quando Chico Xavier, no primeiro Pinga-Fogo, transmitido pela extinta Rede Tupi, São Paulo, citando Emmanuel, recomendou que deveríamos esperar, pelo menos, 72 horas antes de se iniciar o processo de cremação.



As causas espirituais da insônia

13:03 Meu Livro Espírita 0 Comments


Allan Kardec, nos diz no Livro dos Espíritos, no capítulo que versa sobre a emancipação da alma, que o espírito nunca está inativo, e aproveita as horas de sono para manter relação direta com o plano espiritual, entrando em contato com espíritos encarnados e desencarnados, e visitando lugares bons ou ruins de acordo com sua evolução, de acordo com o que permite a sua própria energia. Isso explica o motivo pelo qual podemos acordar completamente descansados e inspirados e outros dias acordamos mais cansados do que nos deitamos.


Não é incomum, durante os tratamentos no centro espírita, observarmos que algumas pessoas simplesmente não conseguem dormir porque trazem a casa repleta de espíritos desencarnados que por algum motivo querem prejudicar aquela família, pois é da lei que colhamos hoje o que semeamos ontem. Vemos também que uma das causas frequentes de insônia é o despertar da mediunidade. Durante o entorpecimento natural do sono, quando o espírito começa a se despreender do corpo físico como faz toda noite, esses médiuns novatos começam a ver o ambiente espiritual da casa. Então com medo e receio do desconhecido, recusam-se a dormir, causando problemas enormes para a economia física, e no entanto, seria muito mais fácil estudar e entender o processo mediúnico, se libertando de receios infundados, baseados em crendices.

Se imaginarmos nossa noite de sono como uma viagem a ser empreendida, facilmente compreenderemos que alguns simplemente sabotam seu próprio sono. Qualquer viagem, por menor que seja, exige um preparo mínimo. Verificamos o melhor caminho, a roupa que levamos, o dinheiro, o local onde ficaremos etc..., mas a maioria de nós não consegue nem fazer uma prece antes de dormir. Para alguns não há antídoto melhor para insônia do que iniciar uma prece ou uma leitura edificante. É fatal ! É começar e cair no sono.

Deitamos na cama, nos preparando pra dormir, repletos de problemas, trazendo uma enormidade de situações mal resolvidas, e queremos que nossa noite seja tranquila. Jesus nos diz que onde estiver nosso tesouro, aí se encontrará nosso coração. Como esperar noites tranquilas, acompanhadas pelo nosso anjo da guarda, nosso mentor espiritual, se passamos o dia de forma agitada, ansiosa, intranquila? Com certeza nosso espírito estará junto daqueles e das coisas as quais voltamos nosso sentimento.

Deixemos de ser cristãos de templos, nos preocupando com Jesus somente quando estamos na nossa casa religiosa, e com certeza teremos noites tranquilas, de sono reparador. Refletindo nisso, chegamos a conclusão que dormimos com nosso maior inimigo, nós mesmos.


Os livros de Divaldo Pereira Franco nos relatam inúmeros casos de trabalhadores do bem, encarnados, que aproveitam suas noites de sono na continuação dos trabalhos de ajuda espiritual iniciados durante o dia. Quantos benefícios não colhem esses trabalhadores, aproveitando cada minuto para sua evolução. Cada um encontra o que busca. O que passa o dia acumulando raiva, desentendimentos e stress, com certeza terá uma noite bem diferente daquele que tenta viver em paz consigo mesmo, exercendo sua religiosidade de forma segura.

Fonte: Medicina e Espiritualidade

Rondônia recebe feira com mais de mil livros espíritas

08:16 Meu Livro Espírita 0 Comments


Uma feira de livros está em a disposição dos moradores de Ariquemes (RO), na região do Vale do Jamari, com a proposta de divulgar um pouco mais sobre a doutrina espírita para todas as faixas etárias. A ação realizada pelo Centro Espírita Alan Kardec e Sociedade Espírita Eurípedes Barsanulfo é organizada pela Federação Espírita do estado de Rondônia para transmitir o conhecimento do espiritismo às pessoas. O evento reúne 1,1 mil títulos de obras que são vendidos a preços populares.

Segundo o organizador Wilson Abdala, os diversos exemplares relatam em cada história, trechos sobre os princípios da doutrina. “Para nós, o espírito da pessoa não morre e possui vida permanente, apenas o corpo físico que possui um fim. O objetivo deste espirito de vir até a terra é de evoluir tanto intelectualmente quanto moralmente e para isso, uma das bases da doutrina é a reencarnação”, comenta.

Com dois centros espíritas no município, palestras públicas e atendimentos espirituais são oferecidos aos que estão angustiados, sem motivação ou para os que querem conhecer melhor sobre a doutrina. “Há também o passe, que nada mais é do que uma transferência de energia magnética às pessoas que estão com alguma enfermidade, stress ou depressão”, finaliza Wilson.

Segundo o organizador, a feira estará em exposição das 7h até 19h e será realizada até o próximo sábado (10), na Avenida Tancredo Neves, Setor Institucional.

Fonte: G1

Mostra de Filmes Espíritas acontecerá no Rio de Janeiro

08:03 Meu Livro Espírita 0 Comments



Entre os dias 22 e 28 de setembro será realizada a Primeira Mostra de Filmes Espíritas do Rio de Janeiro no Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, mais conhecido como Cine Odeon, na Cinelândia.

A iniciativa do evento é da Fundação Cristã-Espírita Cultural Paulo de Tarso (Funtarso) e da Versátil Digital Filmes com a curadoria do jornalista, pesquisador e documentarista Oceano Vieira de Melo.

Na programação está a exibição de documentários e filmes de longas metragem sobre o Espiritismo e de debates com a presença de alguns dos diretores dos filmes exibidos, apresentadores da Rádio Rio de Janeiro e demais convidados. Também haverá a realização de uma Feira de Livros Espíritas com sessões de autógrafos.

Entre os documentários programados estão Eurípedes Barsanulfo, Educador e Médium; Chico Xavier, o Grande Médium Espírita; Luz da Escola; Allan Kardec, o Educador; Peixotinho e Materializações de Espíritos. Entre os filmes longa-metragem estão Nosso Lar; Chico Xavier, o Filme; As Mães de Chico Xavier e O Filme dos Espíritos.

Os ingressos serão vendidos na bilheteria no Cine Odeon e através do site Ingresso.com a partir do dia 23 de agosto com valores de R$ 30 por cada sessão ou com um passaporte que dá direito a 20 sessões por R$ 290. Estudantes e maiores de 65 possuem meia entrada.

A Primeira Mostra de Filmes Espíritas do Rio de Janeiro possui o apoio do Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro (CEERJ), da Rádio Rio de Janeiro, da Web TV Nova Luz e do Correio Espírita.

Confira a programação completa da Primeira Mostra de Filmes Espíritas do Rio de Janeiro:

Dia 22/09/2016 – Quinta-feira
10h – Luz da Escola
11h30 – Debate
15h – Joelma, 23º Andar
17h – Debate

Dia 23/09/2016 – Sexta-feira
09h – Peixotinho – Materializações de Espíritos
10h30 – Bezerra de Menezes, o Médico dos Pobres
11h30 – Debate
15h – As Mães de Chico Xavier
17h45 – Debate

Dia 24/09/2016 – Sábado
09h – Herculano Pires, Um Convite para o Futuro
10h40 – As Cartas Psicografadas por Chico Xavier
12h15 – Debate
15h – E a Vida Continua
17h15 – Debate

Dia 25/09/2016 – Domingo
09h – Nos Passos do Mestre
11h10 – Eurípedes Barsanulfo, Educador e Médium
12h40 – Debate
15h – O Filme dos Espíritos
17h15 – Debate

Dia 26/09/2016 – Segunda-feira
09h – O Livro dos Espíritos segundo o Cinema
11h15 – Espiritismo: De Kardec aos Dias de Hoje
12h15 – Debate
15h – Bezerra de Menezes, o Diário de um Espírito
16h30 – Debate

Dia 27/09/2016 – Terça-feira
09h – O Céu e o Inferno: Mito ou Realidade
10h20 – Allan Kardec, o Educador
11h30 – Debate
15h00 – Chico Xavier, o Filme
17h15 – Debate

Dia 28/09/2016 – Quarta-feira
09h – Data Limite, segundo Chico Xavier
10h35 – Chico Xavier, o Grande Médium Espírita
12h00 – Debate
15h – Nosso Lar
17h00 – Debate

SERVIÇO

1ª Mostra de Filmes Espíritas do Rio de Janeiro
Dias 22 a 28 de setembro
Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro – Cine Odeon
Praça Floriano 7, Centro do Rio de Janeiro, ao lado de uma das saídas da estação Cinelândia do metrô
Os ingressos estarão sendo vendidos a partir do dia 23 de agosto no site Ingresso.com
Mais informações no site ou na página do Facebook do evento.

Os bastidores espirituais da Independência do Brasil

07:26 Meu Livro Espírita 0 Comments


O espírito Humberto de Campos, na psicografia de Chico Xavier, conta que apesar do movimento de emancipação percorrer todos os departamentos de atividades políticas da pátria, era no Rio de Janeiro que fervilhavam as ideias de liberdade e os espíritos desenvolviam suas ações junto de todos os indivíduos, preparando a fase final do trabalho da independência, através dos processos pacíficos.

Os patriotas viam no Príncipe D. Pedro I, a pessoa que deveria exercer o papel de libertador, mas este hesitava em optar pela decisão da separação definitiva, considerando as tradições e laços de família. Ordens rigorosas vieram de Portugal determinando o regresso de D. Pedro I, porém sob a assistência e estímulo da equipe do Espírito Ismael mentor espiritual do nosso país, no dia 9 de janeiro de 1822, o Príncipe completou a obra de emancipação política do Brasil, prometendo ao povo que aqui ficaria, contrariando as decisões da Corte de Lisboa.

Reagindo a essa decisão , Jorge de Avilez, comandante das tropas fiéis a Lisboa, ameaçou abrir luta com os brasileiros, ocupando o Morro do Castelo. Diante do ocorrido, o povo carioca incorporou-se às tropas brasileiras e se postou contra o inimigo. Nova intervenção do Espírito Ismael, e Avilez, sem um tiro, obedeceu à intimação de D. Pedro I e retirou-se com suas tropas.

Mais tarde, D. Pedro encontrava-se em viagem a São Paulo a fim de unificar o sentimento geral em favor da independência e comemorando o acontecimento, as entidades espirituais sob a direção do Espírito Ismael reuniam-se no Colégio de Piratininga, ouvindo deste que a independência já se encontrava definitivamente proclamada desde 1808, porém em virtude dos últimos acontecimentos e para não quebrar os costumes terrenos, foi escolhida uma data para assinalar essa liberdade.

Dirigindo-se ao Espírito Tiradentes, presente no conclave, comunicou-lhe que ele acompanharia o imperador em seu regresso ao Rio e ainda nas terras paulistas auxiliaria seu coração no grito de liberdade.

Às margens do Ipiranga, D. Pedro I sem suspeitar que era instrumento de um emissário espiritual que velava pela nossa pátria, deixou escapar o grito de “Independência ou Morte”.

Eis porque o dia 7 de setembro passou à nossa memória como o Dia da Pátria. Esse fato, despercebido da maioria dos estudiosos, representa a adesão intuitiva do povo aos elevados desígnios do mundo espiritual.

Créditos: Rádio Boa Nova

Doação de Órgãos na visão espírita

09:51 Meu Livro Espírita 0 Comments


Muitos se perguntam o que a Doutrina Espírita diz a respeito da doação de órgãos, sabendo-se que o desligamento total do espírito pode às vezes ocorrer em até 24 horas e que, para a medicina, o tempo é muito importante para a eficácia dos transplantes. Será que o Espiritismo é contra ou a favor dos transplantes?

O espírito Emmanuel por meio da psicografia de Chico Xavier responde: "O benefício daqueles que necessitam consiste numa das maiores recompensas para o espírito. Desse modo, a Doutrina Espírita vê com bons olhos a doação de órgãos.

Mesmo que a separação entre o espírito e o corpo não se tenha completado, a Espiritualidade dispõe de recursos para impedir impressões penosas e sofrimentos aos doadores. A doação de órgãos não é contrária às Leis da Natureza, porque beneficia, além disso, é uma oportunidade para que se desenvolvam os conhecimentos científicos, colocando-os a serviço de vários necessitados".


FONTES:

1- Xavier, Francisco Cândido. Evolução em dois Mundos – Ditado pelo Espírito André Luiz. 5ª Ed. Rio de Janeiro, RJ: Ed FEB, 1972, cap. “Células e Corpo Espiritual”.
2- Franco, Divaldo Pereira. Dias Gloriosos, Ditado pelo Espírito Joana de Angelis. Salvador: Ed. LEAL, 1999.
3- Kardec, Allan,. O Livros dos Espíritos, RJ: Ed FEB/2003, questão n° 155, Cap. XI.

Divaldo Franco conquista platéia no Programa do Jô

08:18 Meu Livro Espírita 0 Comments


Foi ao ar na madrugada desta sexta-feira (2) a entrevista de Divaldo Franco no Programa do Jô. Em meio a muitas risadas, com boa recepção da platéia, o médium falou sobre sua relação com a espiritualidade e seus projetos sociais. Confira abaixo.