Turma da Mônica aborda histórias de Chico Xavier

08:28 Meu Livro Espírita 0 Comments


O médium Chico Xavier, que viveu em Uberaba, ganhou mais uma homenagem. Desta vez, 25 de vários de seus ensinamentos foram transformados em um livro com a Turma da Mônica, que tem o objetivo de levar os exemplos do líder espírita às crianças, independente da religião ou crença.


Escrito pelos autores Luís Hu Rivas e Ala Mitchel, com ilustrações da Maurício de Sousa Produções, “Chico Xavier e seus ensinamentos” já vendeu 10 mil exemplares da 1ª edição na pré-venda. O lançamento oficial deve acontecer no dia 1º de abril, em Uberaba, um dia antes do aniversário de Chico.

A ideia do livro sobre as histórias de Chico Xavier surgiu como uma continuidade dos outros três livros já feitos em parceria da editora espírita Boa Nova com a editora de Maurício de Sousa.

Segundo os escritores Luís Hu Rivas e Ala Mitchell, a produção de “Chico Xavier e seus ensinamentos” durou, aproximadamente, um ano, e teve três etapas: a concepção do projeto, onde foram selecionados 25 ensinamentos do médium; depois as entrevistas com o filho de Chico, Eurípedes Higino, e companheiros do espírita; e, por último, a avaliação do conteúdo da Maurício de Sousa – que foi aprovado.



“Após o sucesso dos outros livros, eu e o Luís achamos que era a hora de aprofundar um pouco mais sobre o legado da doutrina espírita do Brasil pelo mundo afora. Então, nada melhor que apresentar o médium Chico Xavier, que foi tantas vezes reconhecido como um exemplo de caridade para o povo brasileiro. O Maurício de Sousa e sua equipe aceitaram na hora e ficamos muito felizes com isso”, contou Ala Mitchell.


Ator de Nosso Lar 2 fala sobre gravações

11:01 Meu Livro Espírita 0 Comments


Fonte: Jornal Diário Gaúcho
Flávia Requião

Uma vida dedicada à arte e à espiritualidade. Renato Prieto, o André Luiz do filme "Nosso Lar (2010), consegue reger sua trajetória nesta sincronia — e com tamanha maestria que o seu sucesso ultrapassa as fronteiras do Brasil.

Jornal — Como está sendo trabalhar como diretor de O Semeador de Estrelas?

Renato — Eu já estive com eles (elenco) outras vezes. Estão prontos, são estudiosos. É um projeto de sucesso. Já foi visto em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Ganha nova roupagem com o gancho dos 90 anos do Divaldo.


Jornal — O que mais vem aí entre os teus projetos para 2017?

Renato — Em setembro, devo ir a Miami, Orlando, Boston e Nova York. Na semana que vem, estou em São Paulo para filmar o documentário No Meio de Nós. Volto ao Rio para ensaiar 2 A Morte É Uma Piada 2, com estreia para abril. Em seguida, divulgo o filme A Menina Índigo, com estreia para maio. E estou fazendo reuniões para protagonizar um seriado em um canal fechado. Entre junho e julho, começam as filmagens de Nosso Lar 2 — Os Mensageiros(do livro Os Mensageiros, psicografado por Chico Xavier, ditado pelo espírito de André Luiz).

Jornal — Como foi fazer André Luiz em Nosso Lar (várias obras psicografadas por Chico foram ditadas por este espírito)?

Renato — Quando vi o tamanho da responsabilidade, me dei conta de que deveria ficar absolutamente focado. Durante as filmagens, me isolava estudando os textos. Tive de emagrecer quase 18kg para algumas cenas. É uma honra. Fiz com um amor muito grande.

Jornal — Mexeu contigo?

Renato — Eu me sentia o tempo todo protegido, com a sensação de que alguém zelava por mim, do ponto de vista espiritual.

Jornal — Teus trabalhos têm temática espírita, e tu te identificas com a doutrina?

Renato — Sou espírita desde menino. Quanto mais eu puder ajudar as pessoas a viver melhor, por intermédio da minha profissão, mais farei. O melhor lugar é sempre de quem ajuda.



Jornal — Tiveste uma passagem pela tevê...

Renato — Sim, na Globo, fiz Caso Verdade (série no ar de 1982 a 1986), Sinhá Moça (1986) e, na Manchete, Corpo Santo (1987). Mas eu me identifico mais com a pontualidade e a disciplina do teatro e do cinema.

Jornal — Como é a tua relação com o público?

Renato — Sempre procuro participar de debates, eventos sociais e, assim, fui criando uma relação de simpatia. Com o Nosso Lar, as pessoas apontavam para mim nas ruas se referindo ao André Luiz. O filme fixou o meu nome, me firmou.

Jornal — Hoje, és um Renato diferente?

Renato — Não tenho a menor dúvida! Aprendi a relaxar, mas sem perder a responsabilidade, e aprendi a não oferecer resistência ao que é. Minha gratidão aumentou também muito.

Jornal — Tiveste contato com o Chico Xavier (o médium morreu em 2002 e ficou conhecido por seu trabalho de caridade e pelos livros espíritas que psicografou)? 



Renato — A última vez que eu estive com ele foi na comemoração dos 90 anos de Uberaba (Minas Gerais). No melhor teatro da cidade, fiz, gratuitamente, o espetáculo E a Vida Continua. Conversamos muito. Defino Chico Xavier assim: um homem chamado amor. Era muito carinhoso e sempre queria saber dos novos projetos. Me sinto honrado dos seus conselhos e das nossas conversas sempre tão amorosas, cheias de ensinamentos e humor. Ele me incentivava a continuar. Uma vez, me disse: "Você só vai entender o que está fazendo, divulgando estas belas histórias, falando sobre espiritualidade, quando desencarnar. Então, continue". E ainda me falava: "Aquilo que é seu, nem precisa procurar. Porque o que é seu vai te achar".

A visita de espíritos em nossa casa

07:27 Meu Livro Espírita 0 Comments


Quando um Espírito, já harmonizado na Vida Espiritual, recebe uma autorização Superior para nos visitar na Terra, naturalmente, não trará qualquer malefício aos encarnados. Sua presença carinhosa poderá apenas despertar “lembranças” nos familiares mais sensíveis que poderão sentir-lhe a presença.


Mas a questão é que muitos dos nossos entes queridos, após desencarnarem, não se desvinculam do ambiente doméstico, podendo afetar negativamente aqueles que permanecem na experiência física.

Há no Movimento Espírita um fato muito interessante, que comprova essa afirmação. Um dos nossos mais queridos oradores, o conhecido médium e tribuno baiano Divaldo Franco, na adolescência, após a morte de um irmão biológico, foi tomado por uma repentina paralisia nas pernas. Durante seis meses, recebeu toda a assistência médica sem qualquer resultado positivo. Os médicos não conseguiam sequer diagnosticar o que exatamente ocorria com o jovem, já que não encontravam quaisquer problemas no campo orgânico. Até que um prima de Divaldo decidiu recorrer a uma senhora Espírita que, prontamente, atendeu ao pedido. A experiente Trabalhadora do Cristo estendeu as mãos sobre o rapaz acamado, aplicando-lhe o “Passe Magnético”, enquanto Orava ao Senhor da Vida. Através da mediunidade, percebeu também a presença do irmão desencarnado de Divaldo que, inconscientemente, se lhe vinculara magneticamente, tirando-lhe o movimento das pernas.

Imediatamente após o Passe e o afastamento do Espírito enfermo, a senhora gentilmente informou o que estava acontecendo, pedindo ao jovem que se levantasse e andasse, o que, para surpresa de todos, ocorreu com desenvoltura. Divaldo Franco, na época, ainda não era Espírita, mas já possuía uma acentuada sensibilidade mediúnica. Após o ocorrido, foi conduzido pela família a uma Casa Espírita, onde iniciou seus Estudos Doutrinários e seu Ministério de Amor. E até hoje, aos 85 anos, prossegue viajando pelo mundo, já tendo visitado mais de 60 países, divulgando as diretrizes seguras e Abençoadas do Espiritismo.


Como se vê, muitos desencarnados não são conduzidos imediatamente às colônias Espirituais; ficam apegados aos plano físico, podendo gerar “obsessões inconscientes”, desconfortos e até desequilíbrios orgânicos, pela lei de sintonia.

A Terapêutica da Oração, do Passe e, principalmente, a Renovação do Campo Mental e Emocional do encarnado, através de Leituras e Palestras edificantes, são Recursos Preciosos para que os Vínculos Energéticos sejam retirados e o Equilíbrio Psicofísico retorne à pessoa Espiritualmente afetada.

De forma mais generalizada, que somente pode haver um real Processo de Desobsessão ou Libertação Espiritual, quando o obsediado (quem sofre a influência) suplantar o obsessor (quem influencia) com Sua Vibração Pessoal, que deve ser alcançada principalmente através da Transformação Moral e Comportamental, proposta pelo Evangelho do Cristo.

Rossano Sobrinho
Título adaptado.

O Vale dos Suicidas no plano espiritual

07:37 Meu Livro Espírita 0 Comments


Créditos: Terapeuta Oswaldo Shimoda

O vale dos suicidas é uma região do umbral onde os espíritos desencarnados que praticaram o suicídio quando em vida se agrupam pela lei da atração ou afinidade, uma das leis universais, que pode ser traduzida na máxima “Os iguais se atraem”.

A médium Yvonne Pereira, em seu livro psicografado “Memórias de um suicida”, descrito pelo espírito Camilo Castelo Branco, fala do Vale dos Suicidas, onde os seres desencarnados suicidas vivem os mesmos dramas, dores e aflições, agrupando-se no mesmo vale das trevas.


Da mesma forma, agrupam-se também nas trevas, em vales, por afinidade, os espíritos ligados às drogas, à loucura, aos desequilíbrios sexuais, às guerras, aos abortos.

Mas todo suicida vai parar no Vale dos Suicidas?

Na minha experiência clínica, após conduzir mais de 20.000 sessões de regressão pela TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual, onde os pacientes descrevem suas vidas passadas no umbral após terem praticado o suicídio, posso afirmar que cada caso é um caso.

Muitos – após cometerem o suicídio na vida pretérita – ficam presos ao local do crime, pois não conseguem se libertar por terem transgredido a lei da vida.

Eu me recordo de uma paciente que numa existência passada fora um general autoritário, vaidoso, arrogante e centralizador. Numa das reuniões com seus comandados foi questionado por um auxiliar de sua estratégia de guerra equivocada, onde iria colocar em risco a vida de suas tropas.

Mandou o auxiliar calar a boca por se sentir afrontado em sua autoridade. Mas seu auxiliar estava certo, pois toda a tropa fora dizimada, inclusive seu filho (o general não sabia que ele fora convocado para participar dessa batalha).


Desolado, cabisbaixo, viu seu filho e os soldados ensanguentados, mortos no chão. Pegou o corpo do filho e o enterrou. Após isso, subiu em seu cavalo e foi em direção a um estábulo e pegou uma corda, jogando-a por cima de uma viga do teto, e deu cabo à sua vida, enforcando-se. Após o suicídio, em espírito, ficava observando seu corpo físico balançando na corda.

Não conseguia sair da cena do crime e, mesmo após um longo tempo, continuava vendo seu corpo se decompondo. Transcorrido muitos e muitos anos, apareceu uma senhora vestindo uma túnica branca – era sua mentora espiritual – que lhe disse que havia chegado o momento de sair daquele local e o levou para o plano de luz.

Eu me recordo também de outra paciente, cujo tio, irmão de seu pai, e que havia se suicidado em seu quarto dando um tiro em sua cabeça, apareceu em espírito numa de suas sessões de regressão em meu consultório pedindo ajuda.

Ele não conseguia sair daquele quarto, pois se sentia culpado, bastante arrependido por ter tirado sua própria vida. A paciente orou muito por ele, emanando-lhe diariamente a luz dourada de Cristo, até que em uma das sessões de regressão, seu tio foi levado pelos seres amparadores de luz para uma Luz Maior.

Quero finalizar esse artigo dando um recado aos que pensam em suicídio. O suicídio não é a solução. O suicida materialista pode achar que seja a porta de saída para seus problemas, mas, para o espiritualista que acredita que a vida continua após a morte do corpo físico, o suicídio é porta de entrada para mais problemas, dores e aflições.


Um obsessor no centro espírita

06:49 Meu Livro Espírita 0 Comments


Por Hugo Prata

Num centro espírita famoso e muito frequentado, senhor Raimundo estava iniciando os trabalhos de desobsessão. Seu Raimundo, como bom doutrinador espírita há mais de 30 anos, fez uma prece de abertura e pediu a Jesus que ajudasse a libertar todos os irmãos que viessem a sala de desobsessão do sofrimento que atravessavam.


Raimundo viu o médium incorporar um espírito que dizia estar no umbral, sofrendo muito por conta da raiva e mágoa que sentia de um desafeto. Senhor Raimundo iniciou então os procedimentos da desobsessão clássica e disse que o espírito deveria perdoar o desafeto, pois a lei do amor é a nossa salvação.

O espírito incorporado, com olhar penetrante, disse:

– E porque devo confiar em você?

– Ora meu irmãozinho – disse Seu Raimundo – Estamos aqui num centro espírita, onde os ensinamentos de Jesus são praticados. Nós aqui ajudamos todos os espíritos sofredores e necessitados.

– E você também ajuda a si mesmo, ou só pensa em ajudar os outros? Perguntou o espírito. Seu Raimundo ficou surpreso com pergunta, mas como doutrinador experiente sabia que não podia cair nas artimanhas dos obsessores, e disse:

– Irmão… não estamos aqui para falar de mim. Você está no umbral e precisa de ajuda. Você não quer sair do umbral?

– Sim, eu quero. – disse o obsessor – Eu só fico me perguntando como existem tantas pessoas vivendo no nível ou no estado umbralino e não percebem, mesmo estando encarnados. Pois afinal, como o senhor mesmo ensina em suas palestras aqui no centro, o umbral é um estado de consciência e não um lugar ou espaço físico. Alguns espíritos vivem no umbral porque não conseguem se desprender da raiva e mágoa que sentem de um desafeto. Mas o senhor, seu Raimundo, perdoa todas as pessoas? Não sente também raiva e mágoa de alguém?

Senhor Raimundo estava ficando irritado com o obsessor. Estava pensando numa resposta, mas o espírito completou:

– Não é verdade que o senhor também sente raiva e mágoa da sua ex-esposa, que te traiu com um dos seus amigos há aproximadamente 10 anos? Não é verdade que até hoje você não consegue perdoa-los?

Senhor Raimundo ficou assustado com aquelas colocações. “Como o espírito poderia saber disso?” pensou. Começou a sentir raiva do obsessor, e não muito confiante, disse:

– Não vou entrar na sua cilada. Você como obsessor experiente deve atacar as pessoas em seus pontos fracos. Portanto, saiba que…


– Eu sou um obsessor, senhor Raimundo? – perguntou o espírito interrompendo seu Raimundo. – Eu me pergunto se todos nós não somos um pouco obsessores das pessoas que dizemos amar, mas que no fundo as tentamos controlar e ganhar seu afeto a força. Não é verdade que você tem sido quase um obsessor da sua filha adolescente? Quantas vezes por dia você liga pra ela perguntando onde ela está? Quantas vezes você proibiu os namoros dela? Quantas vezes você tolheu a liberdade da sua menina por conta dos próprios medos e incertezas que guarda em seu íntimo? Você pode estar sendo um grande obsessor encarnado dela e nem perceber…

Seu Raimundo ficou atônito com aquelas revelações. Aquele espírito parecia saber tudo a seu respeito, e estava ali desnudando seus defeitos um a um. Seu Raimundo ainda não queria dar o braço a torcer e ficou com mais raiva. Resolveu fazer uma oração, dizendo:

– Senhor Jesus, peço que sua equipe conduza esse irmãozinho perturbado a um local de tratamento no plano espiritual. O espírito disse:

– Por que me chamas de irmãozinho, se nesse momento você quer, na verdade, pular no meu pescoço? De que adianta fazer uma oração a Jesus com toda essa raiva que quase transborda de você? Não, Jesus não vai te atender nesse momento… Você precisa, Seu Raimundo, parar de fugir dos seus problemas e emoções, olhar para as impurezas do seu ser, e parar de achar que é o outro sempre o sofredor e você é o “salvador”. Na verdade, todos nós precisamos de ajuda, todos somos sofredores em maior ou menor grau. E orientar o outro a praticar aquilo que nós mesmos não realizamos em nossa vida é, nada mais nada menos, do que hipocrisia. É da hipocrisia que o ser humano precisa se libertar… Ensinar aquilo que pratica, ou apenas praticar, sem precisar orientar os outros a fazer aquilo que nós mesmos não fazemos. Quando se vive a vida espiritual, nem precisamos ficar ensinando-a a outros, nossos atos já demonstram os princípios que desejamos transmitir…

Seu Raimundo sentiu uma imensa vontade de chorar e desabou em prantos… O espírito incorporado veio falar com ele. Colocou as mãos em seu ombro e disse:

– Calma meu irmão. Você precisava dessa terapia de choque para poder enxergar a si mesmo e parar de ver os defeitos apenas nos outros. Precisava também parar de se ver como o “salvador” e os outros como “sofredores”, pois isso nada mais é do que uma forma de orgulho e soberba; é uma forma de se sentir superior e de ver os outros como inferiores. Chore, coloque tudo isso que você sente para fora, faça uma revisão desses pontos que eu te apresentei, e a partir de agora você poderá se tornar um verdadeiro ser humano, renovado, e pronto para ajudar ao próximo, realizando a verdadeira caridade… E dessa vez, sem hipocrisia.

Seu Raimundo, após alguns minutos de choro intenso, olhou para o espírito e perguntou:

– Quem é você?

O espírito olhou para seu Raimundo com todo o amor e carinho e disse:

– Meu filho, você não pediu a Jesus, em sua prece de abertura dos trabalhos, que libertasse os espíritos dessa sala do sofrimento? Então meu filho, Jesus me pediu que viesse aqui e mostrasse tudo isso a você, para que você pudesse ver a si mesmo, saísse do “umbral” de sua mente, e se libertasse de tudo aquilo que te causa sofrimento. Sou um enviado de Jesus, e a partir de agora, você será um novo homem…

Seu Raimundo chorou ainda mais. Agradeceu imensamente a Deus e a Jesus aquela sagrada lição de autoconhecimento… Depois desse episódio, tornou-se uma pessoa muito melhor…


Mensagem de Chico Xavier às mulheres

14:02 Meu Livro Espírita 0 Comments


“A Terra, neste dia, focaliza a mulher numa merecida homenagem, pois ao longo da história, as mãezinhas, as irmãs, as filhas e as esposas nem sempre receberam a consideração e o respeito que merecem na pauta legítima do amor de Deus por todos os seus filhos. E é exatamente a candura, o encanto e a capacidade impressionante de servir da mulher que devemos valorizar nesta hora de tantos desafios em nosso globo.


As sociedades de todos os tempos não sobreviveriam sem a capacidade de renúncia e de adequação da mulher, por efeito da sobrevivência dos sentimentos que lhes são os talentos divinos. Ao observarmos uma mãe, que desde os primeiros primórdios da concepção passa a ceder de si, em louvor da formação de um novo corpo através do qual um Espírito, de retorno a lide física, alcançará a dádiva da existência na crosta, como filho daquela abnegada servidora da criação, encontramos a chave do progresso geral e da renovação plena dos valores que devem atingir o Divino, a perfeição! 

Se ao homem foi concedida a prerrogativa da ciência e o tirocínio da dominação circunstancial, fazendo dele o provedor habilidoso e o seguro condutor das forças do lar, necessitamos refletir sobre o papel das mulheres, que são potentes transformadoras de bens e valores, pelo prisma sublime e imantador do sentimento nobre. A maternidade é o dom mais sublime que nosso Pai confiou a mulher. A educação da família, pelas vibrações morais da autoridade materna, é a fonte dadivosa do caráter, da ombridade e da justiça. A ternura dessas agentes providenciais da vida, em sua condição feminina, é a nata refinada do sentimento de amor que nelas encontra ressonância viva e reflexão segura.


Saudamos todas as nossas irmãs encarnadas no mundo, desejando que, sob a bênção de Deus e de Jesus, prossigam elas, em auxílio e cooperação com os homens, entre o cumprimento do dever e a expressão dadivosa da ternura, consoante exemplificou nossa inesquecível Mãe Espiritual, Maria de Nazaré!”

Chico Xavier

Livro de março para associados

07:41 Meu Livro Espírita 0 Comments



O que a espiritualidade tem a dizer sobre o crescente número de jovens que se envolvem com drogas? Neste romance revelador, conhecemos a história de Mauricio e Moisés, dois irmãos de temperamentos diferentes,  que se veem, juntos, às portas de um caminho muito perigoso – o das drogas.

Para complicar, ambos se apaixonam pela mesma garota, a encantadora e frágil Ana. Caminhos diferentes e imprevistos serão trilhados pelos dois, e o futuro de cada um dependerá de sua própria decisão.

> Envio exclusivo para quem associou-se até 28 de fevereiro de 2017
> A entrega será realizada entre 25 e 29 de março.

FICHA TÉCNICA
Nome: Minha Escolha é Viver
Autor: Fátima Moura
Número de páginas: 192
Gênero: Romance espírita - EME Editora


Por que os sensitivos se sentem mal perto de algumas pessoas?

06:35 Meu Livro Espírita 0 Comments


Autora: Ana Luiza Fernandes
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Os sensitivos são seres humanos que possuem sensibilidade emocional aumentada.

Esse conceito foi apontado pela psicóloga Dra. Elaine Aron em 1991, que apontou através de estudos que entre 15% e 20% da população mundial possui esse tipo de sensibilidade mais aflorada porque os seus cérebros processam informações sensoriais de forma diferente e por isso possuem habilidades e expressas de maneira mais intensas que os demais.



Os sensitivos – também chamados de empatas – são portanto mais sensíveis a emoções, comportamentos e energias de pessoas e lugares. A presença de algumas pessoas ou a entrada em lugares específicos podem fazer com que um empata se sinta mal. Entenda mais sobre isso.

A sensibilidade aflorada dos sensitivos e o que isso pode causar

Normalmente, quem é considerado um sensitivo considera isso como uma qualidade, uma habilidade positiva.

São normalmente excelentes ouvintes, pessoas caridosas com muita clareza de pensamento, conhecidos por darem bons conselhos.
Leia mais: 30 traços de uma pessoa SENSITIVA

Mas devido à sua sensibilidade emocional aumentada eles são muito influenciáveis pelo ambiente ou por pessoas, são capazes de detectar energias carregadas que estão impregnadas no lugar, detectam mais facilmente comportamentos falsos e não conseguem lidar com pessoas pretensiosas e/ou mentirosas.


Comportamentos e situações em que um sensitivo se sente mal

Todo mundo pode ser capaz de identificar sinais de falsidade no discurso humano, os empatas possuem maior facilidade devido à sua extrema sensibilidade.

Lidar com alguém hipócrita ou falso pode ser tolerável para pessoas comuns, mesmo que eles saibam dessa característica da pessoa, para os sensitivos, isso é praticamente uma tortura, um desconforto intenso.

Sentem-se cansados, sentem que sua energia foi drenada, sentem-se frustrados, muitas vezes ficam com as mãos úmidas, com o coração disparado e o bocejo é uma reação muito freqüente.


Veja abaixo algumas situações que fazem com que um sensitivo se sinta mal:

- Falsos elogios – eles detectam logo a falsidade e mal conseguem disfarçar a sua decepção
- Pessoas que aumentam suas vitórias para ganhar aprovação e reconhecimentos dos outros
- Pessoas que renunciam à sua personalidade ou tentam ser aquilo que não são para se sentirem por cima
- Falsas delicadezas com intenção de receber algo em troca
- Pessoas que estimulam a inveja e o ressentimento
- Quem age de forma dura e insensível para ocultar dos outros a própria dor ou sensibilidade

Reações comuns dos sensitivos nestas situações

Muitas vezes os sensitivos nem conseguem explicar o porquê de estar se sentindo mal e o que está causando isso nele.

Alguns deles conseguem identificar o foco, mas outros só conseguem pensar em se afastar do ambiente e das pessoas que ali estão, e normalmente ouvem: “O que aconteceu? O que ele(a) te fez de mal?” sem saber explicar exatamente o porquê. Ficam nervosos, tensos e têm dificuldades de formar frases com clareza, o que em situações normais eles têm muita facilidade.

Se o sensitivo precisa estar em um ambiente ou perto de alguém que lhe faz mal, ao se afastar ele se sente enjoado, tonto, podendo inclusive ter ânsia de vômito. Ficam muito calados, sem querer continuar a conversa e muitas vezes, ao se afastar da pessoa ou do ambiente sentem um inexplicável sentimento de culpa.

(Fonte: wemystic.com.br)